A Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos prendeu, nesta quinta-feira (28), os dois últimos investigados apontados como participantes de uma tentativa de latrocínio ocorrida no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande.
Os suspeitos, identificados pelas iniciais J.V.C., de 23 anos, e B.R.T., de 22 anos, tiveram as prisões preventivas decretadas pela Justiça após representação apresentada pela DERF com base nas provas reunidas durante as investigações.
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Crime aconteceu durante a madrugada
Segundo a polícia, o crime aconteceu na madrugada do dia 21 de março, quando um serralheiro de 36 anos retornava para casa após sair de uma tabacaria da região.
De acordo com as investigações, os criminosos invadiram a residência após arrombarem a porta do imóvel.
A vítima foi rendida, amarrada com fios de extensão elétrica e cordões e teve o rosto coberto com uma camiseta enquanto os autores exigiam dinheiro e senhas bancárias.
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Vítima foi esfaqueada e agredida
Ainda conforme a DERF, o homem sofreu agressões violentas durante o ataque, incluindo chutes e golpes de faca no rosto, pescoço e ombro.
Mesmo ferido e amarrado, ele conseguiu se arrastar até o quintal da residência para pedir ajuda a um vizinho. O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o socorro da vítima.
Cartões roubados foram usados após o crime
Durante as investigações, a polícia descobriu que cartões bancários levados da vítima foram utilizados poucas horas depois do crime em uma lanchonete próxima ao local da ocorrência.
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Testemunhas relataram que os investigados passaram a consumir bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos utilizando os cartões da vítima.
Além disso, imagens de câmeras de segurança analisadas pela equipe policial mostraram os suspeitos circulando nas proximidades da residência no horário da ação criminosa.
DERF aponta divisão de tarefas entre os suspeitos
As investigações apontaram que houve divisão de funções durante o crime.
Segundo a polícia, um dos envolvidos teria utilizado a faca empregada nas agressões, enquanto outro ajudava na contenção e amarração da vítima.
As prisões foram fundamentadas na gravidade do caso, na violência empregada e no risco que os investigados representam à ordem pública.








