Das 499 mil urnas usadas nas eleições gerais de 2026, 421 tiveram algum tipo de problema e precisaram ser substituídas, o que representa 0,07% das máquinas. Os dados foram registrados até as dez horas da manhã, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além delas, 68,9 mil urnas de contingência estão de prontidão para esse tipo de necessidade.![]()
Sobre a operação das votações, 55 auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) estão acompanhando nos estados os testes de integridade das urnas. Por enquanto, nenhuma intercorrência registrada, segundo o TSE.
Mais de 320 mil policiais estão atuando na segurança das eleições neste domingo, entre as forças estaduais e federais. O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou o primeiro relatório, com dados até as nove horas da manhã. Mais de 300 mil viaturas e 120 aeronaves são utilizadas nas ações.
O Ministério registrou 107 ocorrências no país, sendo mais da metade no Nordeste. Pernambuco lidera o ranking com 17 registros. Foram 33 situações de compra de votos e 21 de propaganda eleitoral irregular, casos mais frequentes.
A Secretaria Nacional de Segurança Pública coordena ações integradas durante este domingo de eleição, a partir de diretrizes aprovadas junto com o TSE.
Também estão envolvidos a Polícia Federal (PF); a Polícia Rodoviária Federal (PRF); a Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o Ministério da Defesa; as secretarias estaduais de Segurança Pública; as polícias Civil e Militar e os Corpos de Bombeiros.
O TSE aprovou requisições de força federal para, ao menos, oito estados: Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Alguns candidatos à Presidência da República votaram na manhã deste domingo. Flávio Bolsonaro votou na capital do Rio de Janeiro; Lula, que tenta a reeleição, votou em São Bernardo do Campo, São Paulo; Romeu Zema, em Minas Gerais; Ronaldo Caiado, em Goiás; e Wilson Grassi, na capital paulista.
Fonte: Radioagência Nacional – EBC







