10° Sucessor de Dom Bosco: Pe. Ángel Artime conhece o Museu das Culturas Dom Bosco

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Pe. Ángel Artime participou de uma visita guiada para conhecer os acervos do Museu das Culturas Dom Bosco

 

No final da tarde de sexta-feira (26), o Reitor-Mor da Congregação Salesiana, Pe. Ángel Fernández Artime, visitou o Museu das Culturas Dom Bosco, localizado no Parque das Nações Indígenas na Avenida Afonso Pena. Recepcionado com uma solenidade, na data, o décimo sucessor de Dom Bosco recebeu das mãos do Reitor da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Pe. Ricardo Carlos, o título de visitante ilustre da capital sul-mato-grossense concedido pela Câmara Municipal de Campo Grande por meio do projeto de lei 1.950.

 

Também participaram do momento o Inspetor da Missão Salesiana de Mato Grosso e Chanceler da UCDB, Pe. Gildásio Mendes dos Santos; o conselheiro regional para o Cone Sul da Congregação Salesiana, Pe. Natale Vitali; o secretário do Reitor-Mor, Pe. Horácio Lopez; o Reitor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Luiz Simão Staszczak; e como representantes do governador de Mato Grosso do Sul, a presidente da Fundação de Cultura do Estado, Mara Caseiro, e o presidente da Fundação de Turismo, Bruno Wendling.

 

Após a solenidade, o Reitor-Mor, as demais autoridades e o público participaram de uma visita guiada ao acervo do museu que é dividido em duas grandes áreas: Ciências Humanas, com exposição permanente; e Ciências Naturais, com mostra temporária. Na área de Ciências Humanas, há as coleções da pré-história do Brasil, arqueologia e a grande coleção de etnologia, com os povos indígenas, sendo esses do Centro-Oeste brasileiro, como Bororos, Xavantes e Carajás. Já na de Ciências Naturais, está a coleção de zoologia, com os animais taxidermizados (empalhados), com destaque para a fauna do Cerrado e do Pantanal.

 

Pe. Ricardo Carlos ressaltou que a história dos salesianos está intrínseca à formação do Museu das Culturas Dom Bosco e relembrou a criação do espaço. “Foi criado em 1951 no Colégio Dom Bosco, depois, em 1978, passou para a sede da Missão Salesiana de Mato Grosso, e somente em 2006 veio para o Parque das Nações Indígenas. Já são quase 70 anos de um local que promove a educação, a cultura e também o progresso da ciência por meio das pesquisas que são desenvolvidas aqui”, comentou o Reitor da Católica.

 

Durante a visita, a presidente da Fundação de Cultura ressaltou a importância do Museu para Mato Grosso do Sul. “Nós agradecemos todos esses anos de trabalho de resgate da cultura do nosso povo. Campo Grande tem um carinho muito grande pelo Museu, pois ele é a memória do nosso Estado. Ficamos felizes em ver que o local está em um ótimo momento com profissionais competentes que deixam o espaço, cada vez mais, vivo”, pontuou Mara.

 

Para o Pe. Ángel, conhecer o espaço foi um momento de muito aprendizado. Segundo o Reitor-Mor, o Museu das Culturas Dom Bosco possui grande valor tecnológico e histórico. “É uma beleza! Gostei muito do desenho em que as peças são expostas e da luminosidade, mostra que foi um espaço pensado com base nos critérios atuais da museologia. Na verdade, é um Museu que se encaixa bem entre os melhores que encontrei no mundo. Parabenizo a todos pelo trabalho de preservar o a cultura e a história dos povos”, elogiou o décimo sucessor de Dom Bosco.