Mulher mata ex-companheiro durante tentativa de se defender de agressões em Rio Verde

ovem havia denunciado o homem por violência doméstica horas antes e relatou à polícia que voltou a ser procurada e agredida após registrar a ocorrência.

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Uma mulher de 24 anos matou o ex-companheiro, identificado como Erismar Plácido Ferreira, de 34 anos, durante um novo episódio de violência registrado na madrugada desta quarta-feira (9), em Rio Verde de Mato Grosso (MS). Segundo informações policiais, ela afirmou ter usado uma faca para se defender após voltar a ser abordada pelo homem.

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O caso ocorreu poucas horas depois de a jovem procurar a polícia para denunciar agressões atribuídas ao ex-companheiro.

Denúncia havia sido registrada horas antes

Conforme o boletim de ocorrência, ainda na noite de terça-feira (8), os dois teriam discutido e, durante o desentendimento, Erismar teria agredido a ex-companheira.

Após o episódio, a jovem procurou as autoridades e registrou uma ocorrência de violência doméstica. De acordo com o relato policial, ela também recebeu acompanhamento de uma equipe até sua residência.

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Mais tarde, a mulher saiu para encontrar duas amigas em um estabelecimento da cidade. Segundo a versão apresentada à polícia, o ex-companheiro teria ido atrás dela e a abordado novamente.

Mulher afirma que agiu para se defender

Ainda conforme o registro, Erismar teria apresentado comportamento agressivo durante o novo encontro. A jovem relatou que, diante da situação e temendo novas agressões, reagiu para se defender.

Durante a reação, o homem foi atingido por um golpe de faca. Ele deixou o estabelecimento ferido e caiu em uma via pública. A morte foi constatada no local.

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Polícia investiga circunstâncias do caso

A ocorrência foi registrada inicialmente como homicídio simples e está sob investigação da Delegacia de Polícia de Rio Verde de Mato Grosso.

A Polícia Civil deverá apurar a sequência dos acontecimentos, ouvir testemunhas e analisar os elementos reunidos durante a investigação para esclarecer as circunstâncias da morte e verificar a alegação de legítima defesa apresentada pela mulher.

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