Deep Caught: Polícia derruba rede de exploração sexual infantil praticados na internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (12), a Operação Deep Caught 2 em Campo Grande. O objetivo é identificar e prender suspeitos de crimes praticados contra crianças e adolescentes por meio da internet.

O nome da operação refere-se ao trabalho investigativo realizado pela Polícia Civil na deep web, que é uma parte da internet que não é indexada pelos mecanismos de busca, isto é, fica oculta ao grande público.

A operação cumpre sete mandados de busca e apreensão em seis cidades do Estado. Conforme a Delegada Marília de Britto, na Capital foram cumpridos dois mandados, duas prisões em flagrante. Os indivíduos responderão pelos crimes descritos nos artigos 241 A e B do ECA.

Delegada Marília de Britto

A ação e coordenada pela DEPCA está em andamento desde as primeiras horas da manhã e as equipes procuram suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Os mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Estado são contra alvos identificados pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais pela DEPCA. Também ocorreram prisões nas cidades de Caarapó e Nova Andradina, com localização de material pornográfico.

 

 

No Brasil, a pena para quem armazena conteúdo pornográfico envolvendo criança e adolescente varia de um a quatro anos de prisão.

No caso de compartilhamento, a pena é de três a seis anos e pode chegar a oito anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.
Mais informações serão divulgadas ao longo do dia.

 

Fotos: Divulgação

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