Sob a liderança do governador Eduardo Riedel (Progressistas), Mato Grosso do Sul vive um momento histórico. A Ponte Internacional da Rota Bioceânica, que liga Porto Murtinho (MS) a Carmelo Peralta (Paraguai), entrou em sua fase decisiva de fechamento do vão central, faltando poucos metros cúbicos de concreto para concretizar a união física entre os dois países.
Para o governador, a obra é o símbolo de uma gestão que pensa no futuro. “A Rota Bioceânica não deve ser compreendida apenas como um caminho para mercadorias, mas como uma oportunidade real de desenvolvimento para a nossa população. Só temos a ganhar com o avanço das obras, já que a rota vai gerar emprego, renda e fomentar o turismo”, afirmou Riedel.
O projeto, que conta com 1.294 metros de extensão e cerca de 20 metros de largura, integra o Corredor Bioceânico de Capricórnio. Com um investimento de aproximadamente R$ 500 milhões, financiado pela margem paraguaia da Itaipu Binacional, a estrutura será o principal elo para o fluxo de cargas e passageiros entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.
Nova era para a competitividade estadual
A visão estratégica do governo progressista é clara: transformar Mato Grosso do Sul em um ponto estratégico no centro da América do Sul. Ao reduzir o percurso de mercadorias destinadas à Ásia, estudos citados pelo Governo do Estado indicam que o transporte até a China poderá ser reduzido em cerca de 12 dias.
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Essa economia, que diminui gastos com combustível, transporte e armazenagem, aumenta significativamente a competitividade das exportações sul-mato-grossenses. A expectativa do governador é que a rota favoreça a industrialização do Estado, ampliando as vendas externas de alimentos processados, celulose, biocombustíveis e produtos de maior valor agregado.
Para garantir que os ganhos fiquem no território, o governo estadual trabalha na atração de centros logísticos, indústrias, hotéis e serviços, além de investir na qualificação da mão de obra local.
Infraestrutura e articulação internacional
Enquanto o Paraguai avança na construção do acesso à rodovia PY-15 — obra acompanhada de perto pela ministra Claudia Centurión —, o governo de Eduardo Riedel mantém o ritmo acelerado no lado brasileiro. As obras de acesso pela BR-267 e o contorno rodoviário de Porto Murtinho, que somam cerca de 13 quilômetros de rodovia, têm previsão de conclusão para 2027.
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O governador reforça que a eficiência do corredor depende também de uma estrutura aduaneira moderna. Por isso, a gestão Riedel tem liderado discussões para um modelo de controle integrado entre Brasil e Paraguai, focado em procedimentos compartilhados e na redução da burocracia.
Desenvolvimento além das fronteiras
O planejamento do governo progressista vai além da infraestrutura pesada. Riedel compreende que o aumento do trânsito internacional exige investimentos simultâneos em segurança, saúde, telecomunicações, fiscalização sanitária e proteção ambiental.
“O encontro das duas extremidades da ponte encerra uma das etapas mais complexas da obra, mas abre um desafio maior: transformar essa conexão em melhoria da qualidade de vida para o nosso povo”, pontua o governador. Com essa estratégia, Porto Murtinho e toda a região se preparam para se tornar um polo estratégico para transportadoras, indústrias e operadores logísticos, consolidando um novo ciclo de prosperidade para Mato Grosso do Sul.







