Questionado pela imprensa sobre a intervenção no Rio de Janeiro, o governador Reinaldo Azambuja voltou a defender, nesta segunda-feira (19), uma maior presença das forças federais de segurança nas fronteiras brasileiras para reduzir a criminalidade em todo o País. Durante o lançamento da Jucems Digital, na Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), ele comparou o combate aos tráficos de drogas e armas a uma guerra.

 

“O Brasil, na hora que blindar as fronteiras, com Bolívia, com Paraguai, com outros países, com segurança ostensiva e presencial, terá uma diminuição enorme das drogas e das armas. Se não atacar essas facções, diminuindo o poderio financeiro delas, dificilmente nós venceremos essa guerra, que é de toda a sociedade”, afirmou o governador sul-mato-grossense.

 

Reinaldo Azambuja viaja para Brasília nesta terça-feira (20) e pretende novamente tratar do assunto com o Governo Federal. Ele lembrou que vem defendendo uma maior presença das forças nacionais de segurança desde a posse dele, em janeiro de 2015, já tendo discutido o assunto com a ex-presidente Dilma Rousseff e com o atual presidente Michel Temer.

 

O governador lembrou que Mato Grosso do Sul faz a sua parte no combate à criminalidade. Por conta da atuação das polícias civil e militar, em 2017, o Estado teve redução em todos os crimes contra a vida, como homicídios dolosos (-9%), feminicídios (-21%), homicídios culposos (-43%), homicídios culposos no trânsito (-10%) e roubos seguidos de morte (-46%). Dos 13 principais delitos em Mato Grosso do Sul, nove tiveram queda.

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