“Justiceiros da Fronteira” reaparecem, decepam mãos e executam dois homens

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Duas pessoas foram assassinadas na noite desta terça-feira (05), na cidade de Pedro Juan Caballero, Paraguai, fronteira com Ponta Porã (330 km de Campo Grande).

Os autores do crime deceparam mãos, braços e assassinaram dois homens que, seriam supostamente ladrões naquela região.

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Segundo informações do site porãnews, o fato teria sido registrado por volta das 19:40hs, de quarta feira (05) quando quatro homens a bordo de uma caminhonete tipo Fortuner chegaram a uma oficina mecânica situada no bairro Parque del Sul na cidade de Pedro Juan Caballero, onde com arma em mãos sequestraram três jovens identificados como, Ángel Gaona (18) que conseguiu escapar com uma mão cortada e um disparo na altura do rosto, já Edson Escobar e Rodrigo Sanches Ayala foram levados pelos supostos justiceiros da fronteira e encontrados executados na região da colônia Maffusi, onde os investigadores da Divisão de Homicídios e da Polícia Técnica apoiados pelo promotor de justiça Gabriel Segovia e o médico legista Marcos Galeano que realizaram os procedimentos de rigor e encaminharam o corpo ao IML da cidade para posterior entrega aos familiares.

Segundo testemunhas, os jovens se encontravam em companhia de vários jovens ingerindo cerveja na oficina mecânica, quando chegaram os supostos justiceiros da fronteira que tentaram levar todos os jovens, mas alguns conseguiram fugir sendo três sequestrados e minutos após um foi encontrado nas proximidades do caminho vicinal da colônia Fortuna Guazu com a mão cortada e um disparo de arma de fogo na altura do rosto pela que foi auxiliado em estado grave a uma clínica particular da cidade, onde se encontra internado e durante as buscas os investigadores acabaram encontrando o corpo dos outros dois jovens já executados brutalmente, no local os agentes da Polícia Técnica encontraram uma mensagem escrita em um pedaço de papel com os dizeres “Aviso General, não roubar mais na fronteira, este aviso é a todos os ladrões de camionetes, assina os justiceiros da fronteira”.