Líbano: explosão deixa 50 mortos e mais de 2,7 mil feridos, diz governo

Era por volta de 12h30 no Brasil, 18h no horário local, quando uma forte explosão ocorreu na região portuária de Beirute

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As autoridades do Líbano começam a contabilizar as vítimas da tragédia que assolou Beirute nesta terça-feira (4/8). Segundo a agência estatal de notícias do Líbano (NNA), com informações do Ministério da Saúde do país, são 50 mortos e mais de 2,7 mil feridos.

 

Era por volta de 12h30 no Brasil, 18h no horário local, quando uma forte explosão ocorreu na região portuária de Beirute. Ainda não se sabe o que causou a explosão. O presidente libanês, Michel Aoun, está reunido com o Conselho Supremo de Defesa do país para uma reunião de emergência no Palácio Baabda, sede do governo local, e convocou o Exército.

O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, disse em entrevista à imprensa local, que ” responsáveis vão responder pela grande catástrofe e fatos sobre o depósito serão revelados”.

 

O galpão que centraliza as suspeitas da explosão funcionava desde 2014. As forças de segurança locais acreditam que materiais explosivos estavam guardados no armazém.

 

O porto de Beirute fica ao lado do centro da cidade, que foi reconstruído após a guerra civil. A região tem hotéis, prédios residenciais, é próximo a bairros tradicionais e conta com uma importante estrada que liga a capital ao norte do país.

 

No país, o incidente causou destruição em larga escala e atingiu prédios e cidades a quilômetros de distância. A preocupação é que a tragédia acentue ainda mais a crise econômica vivida na região.

 

No mundo, o preço do petróleo no mercado internacional começou a subir após a explosão. O governo libanês pediu ajuda humanitária a países amigos.

 

No Brasil

A Marinha do Brasil, que mantém uma Força Tarefa Marítima na região, informou que os tripulantes estão bem e não há feridos.

 

“A Fragata Independência encontra-se operando no mar, normalmente. O navio estava distante do local da explosão”, destaca o comunicado.

 

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) ainda não se manifestou sobre brasileiros possivelmente atingidos pela explosão.

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