Um homem de 28 anos morreu na noite desta quarta-feira (16), após um confronto com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS), nas proximidades do Parque Sóter, em Campo Grande. A ocorrência foi registrada por volta das 21h10, na Rua Cristóvão Lechuga Luengo, no bairro Mata do Jacinto.
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De acordo com as informações repassadas pelo Batalhão de Choque, a equipe recebeu uma denúncia anônima relatando que dois homens estariam nas proximidades do parque e que um deles estaria possivelmente armado e poderia estar dando suporte à prática de um roubo.
Os policiais realizaram patrulhamento na região e localizaram dois indivíduos com características semelhantes às informadas na denúncia. Durante a abordagem, segundo a versão policial, um dos homens obedeceu às ordens da equipe, enquanto o segundo teria sacado um revólver e apontado a arma na direção dos policiais.

Diante da situação, os policiais efetuaram disparos para interromper a ameaça. O homem foi desarmado e socorrido para uma unidade de saúde. Apesar do atendimento médico, ele não resistiu aos ferimentos e teve a morte constatada.
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No local, os policiais apreenderam um revólver calibre .32 e cinco munições. Conforme o registro da ocorrência, duas munições aparentavam estar picotadas e três estavam intactas.
A Perícia Científica e a Polícia Civil foram acionadas para realizar os procedimentos periciais e legais. Após os trabalhos iniciais, a ocorrência foi encaminhada à unidade da Polícia Civil responsável pelos procedimentos cabíveis.
Histórico de ocorrências
O homem foi identificado no registro policial como Dionatan Ribeiro de Souza, de 28 anos, conhecido pelo apelido de “Coringa”.

Conforme os dados apresentados na ocorrência, havia registros policiais anteriores envolvendo o homem. Ao todo, são nove ocorrências, algumas delas com mais de uma natureza registrada.
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Entre os registros estão ocorrências de vias de fato, lesões corporais recíprocas, resistência e desobediência, porte de drogas, tráfico de drogas e episódios relacionados à violência doméstica.
Também consta um registro de julho de 2026 por homicídio qualificado na forma tentada, cuja descrição menciona recurso que teria dificultado a defesa da vítima. No mesmo registro aparece uma natureza relacionada à prática de violência ou grave ameaça por integrante de organização criminosa, conforme a classificação constante no documento policial.
Os registros anteriores, entretanto, correspondem a ocorrências policiais e não significam, por si só, condenações judiciais.
A ocorrência desta quarta-feira foi registrada, entre outras naturezas, como desobediência, resistência, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e homicídio simples na forma tentada contra agente de segurança pública, além de homicídio decorrente de oposição à intervenção de agente legal do Estado.
O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil, que ficará responsável pelos procedimentos investigativos relacionados à ocorrência.







