Mulher desaparecida é encontrada morta e duas são presas em Inocência

Uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Inocência (MS) resultou na localização, nesta quinta-feira (27/08), do corpo de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, que estava desaparecida, além da prisão temporária de duas suspeitas pelo crime.

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As investigadas, identificadas pelas iniciais J.C.G.C. e S.R.P.M., foram localizadas em estados diferentes. Uma delas foi presa na quarta-feira (26/08) em Campo Grande, em ação da Polícia Civil de Inocência com apoio do GARRAS (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros). A segunda foi capturada em Cuiabá (MT) por equipes da Polícia Civil do Mato Grosso. Ambas as prisões atenderam a mandados expedidos pela Vara Única da Comarca de Inocência.

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Segundo a Polícia Civil, as prisões foram viabilizadas por um trabalho de levantamento de informações, cruzamento de dados e diligências de campo, que permitiu reconstruir progressivamente a dinâmica do desaparecimento e identificar as possíveis responsáveis.

De acordo com os elementos reunidos até o momento, a vítima teria sido agredida nas proximidades de um estabelecimento e depois levada para o local, em meio a um desentendimento relacionado ao uso de drogas. As diligências indicam que Izabele teria sofrido diversas agressões físicas e morrido ainda durante a madrugada, com uma lesão provocada por instrumento cortante.

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Após a morte, segundo a apuração policial, o corpo teria sido ocultado em uma tentativa de dificultar a investigação. Foi justamente o cruzamento de informações reunidas ao longo do inquérito que permitiu à polícia chegar ao possível local de ocultação, levando à localização do corpo nesta quinta-feira. Com isso, têm início os exames periciais que devem ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.

Forças integradas

A ação contou com apoio do GARRAS da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, da Seção de Investigações Gerais (SIG) de Três Lagoas e da Polinter da Polícia Civil de Mato Grosso — atuação conjunta que a corporação classificou como decisiva para o cumprimento dos mandados e o avanço das diligências.

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Classificação do crime

Até o momento, o caso é apurado como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver, classificação que pode ser revista conforme o andamento das investigações e os resultados dos exames periciais. As duas investigadas seguem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil continua as diligências para apurar a responsabilidade de todos os envolvidos.

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