Pesquisa Itop: Marquinhos é o Número 1 na corrida pela prefeitura

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Atual prefeito subiu 9% de um mês para outro; Itop acompanha pré-eleição a cada 30 dias

 

 

Após o mês de aniversário de Campo Grande, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) disparou na preferência popular para as eleições do próximo ano. Esse é o resultado de nova rodada de levantamento Itop (Instituto TopMídia de Pesquisas), que ouviu 1.200 campo-grandenses neste mês, o maior número em trabalhos deste tipo na cidade.

 

Marquinhos subiu de 19% para 28% na preferência do campo-grandense, entre os meses de agosto e setembro.

 

Na segunda colocação uma mudança: o ex-juiz federal Odilon de Oliveira (sem partido) ultrapassou André Puccinelli, do MDB. Odilon tinha 13% e agora está com 18%, enquanto Puccinelli caiu de 16% para 15%. Como a margem de erro da pesquisa Itop é de 3% para cima ou para baixo, ambos estão tecnicamente empatados.

 

Rose Modesto segue em quarto lugar na preferência popular, mas caiu de 10% para 8%. Depois da deputada federal do PSDB vem diversos nomes com porcentagens bem semelhantes, acompanhe:

 

Lucas de Lima, do Solidariedade, tem 5,5% das intenções de voto, seguido de outro deputado estadual, Capitão Contar (PSL), com 5%. Empatado com Contar, o levantamento aponta o procurador Sérgio Harfouche (Avante), também com 5%.

 

A lista segue com o estreante na pesquisa Delcídio do Amaral (PTB), com 3%; Dagoberto Nogueira, do PDT, tem 2% da preferência na pesquisa, que finaliza com Beto Pereira (PSDB), com 0,8%.

 

Indecisos, brancos e nulos somam 9,7%. Em comparação ao levantamento anterior foram retirados os nomes de Zeca do PT, Athayde Nery e Marcelo Bluma para o teste de novos quadros para as eleições 2020.

 

Já a preferência espontânea tem o seguinte quadro:

 

 

A pesquisa foi realizada pelo Itop entre os dias 9 e 18 de setembro e ouviu 1.200 campo-grandenses, a maior amostra dentre os institutos regionais. O levantamento segue estatística de idade, sexo e classe social da amostragem da Capital. Importante ressaltar que, como ainda não estamos em período eleitoral, não há necessidade do registro do trabalho junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

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