Duas adolescentes foram mortas no confronto do EPP com militares na Fronteira

Duas meninas foram mortas e doze foram presos no confronto entre terroristas e militares na região de Yby Yaú, no Paraguai.

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Autópsia realizada no Centro de Saúde de Yby Yaú, no Paraguai, dos corpos das duas meninas mortas em um confronto, culminou sem a divulgação de dados sobre suas identidades.

O enfrentamento ocorreu na quarta-feira (02), envolvendo a Força-Tarefa Conjunta (FTC) contra guerrilheiros do Exército do Povo Paraguaio (EPP) no Departamento de Concepción, localizado a 100 quilômetros da Linha Internacional que separa o Paraguai do Estado de Mato Grosso do Sul. Outras doze pessoas foram presas.

As impressões digitais das meninas serão verificadas no banco de dados de identificação da Argentina, já que no país não há registros delas. Isso significa que a versão inicial de que entre os mortos é, por exemplo, Magna Meza ou outro líder do grupo criminoso é praticamente descartada.

Segundo informações do ABC Color, os exames realizados nos corpos não revelaram dados de identidade no banco de dados de identificações do Paraguai, portanto serão enviados à Argentina e, além disso, presume-se que as vítimas poderiam ser menores ou muito jovens, o que torna quase impossível que seja Meza ou outro dos “dirigentes” do EPP.

Inicialmente, levantou-se a possibilidade de que entre as duas pessoas mortas no confronto entre membros do denominado Exército do Povo Paraguaio (EPP) e a Força Tarefa Conjunta (JTF) em Yby Yaú, seria Magna Meza, uma das principais lideranças do EPP.

Armamento encontrado no acampamento

O fato de Magna Meza já ter 37 anos não condiz com as características físicas das vítimas, que aparentam ser adolescentes ou jovens, além de ser natural de Caaguazú, seus registros digitais deveriam ser consignados no banco de dados. Dados de identificação do Paraguai.

Acampamento estaria abrigando lideranças do Exército do Povo Paraguaio (EPP)

A mesma situação seria para outra a mulher, que também seria uma liderança do EPP, Liliana Elizabeth Villalba Ayala, que já tem 39 anos.

Carteira de identidade de Lúcio Silva, um dos principais integrantes do grupo criminoso

Até agora, um dos poucos elementos que podem ajudar a apoiar a versão do governo de que o campo intervencionado pela FTC foi ocupado pelos principais dirigentes do EPP é a carteira de identidade de Lúcio Silva, um dos principais integrantes do grupo criminoso, inclusive, desde as suas origens como a “Banda de Choré” e também ao grupo armado dos seus filhos.

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