Fuzil apreendido com criminosos mortos em confronto havia sido usado para matar criança

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Fuzil AK-47, apreendido com os oito integrantes de facção que acabaram mortos em confronto com policiais na fronteira, havia sido usado em assassinatos, inclusive de uma menina, de nove anos. Seis armas de fogo apreendidas na ocasião foram submetidas a exames do Sistema Integrado de Identificação Balística (IBIS), cujos resultados saíram ontem (18). 

Segundo o site ABC Color, o fuzil havia sido usado em duplo assassinato no dia 4 de dezembro do ano passado, no Paraguai. As vítimas foram Michel Antúnez Pinto, 35 anos e a filha de 9 anos. A esposa dele e mãe da criança Laura Priscila Ortiz, de 30 anos, ficou ferida. 

Pistola Glock 574, calibre 9mm, também encontrada com o grupo de criminosos foi usada para o assassinato do paraguaio Marcial Robles, 25 anos, morto com 25 tiros no dia 12 de outubro de 2018. Ela também foi usada para matar Leandro De Oliveira, 24 anos, em 15 de junho de 2020, na cidade de Capitán Bado e em tentativa de homicídio, no dia 2 de setembro de 2020, quando as vítimas foram Ángel Ramírez, 43 anos, e Hilario Recalde, 53 anos.

Outra pistola calibre 9mm foi usada para um caso de assassinato em 12 de agosto de 2018, no bairro de Obrero, na cidade de Pedro Juan Caballero, onde a vítima fatal foi Alejandro Araújo (31). 

Confronto

O tiroteio que acabou na morte de oito integrantes de facções ocorreu na madrugada do dia 11 de janeiro e envolveu policiais da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Delegacia de Ponta Porã e Departamento de Operações da Fronteira (DOF). 

A lista com os nomes foi divulgada no dia seguinte. Eles foram identificados como: Óscar Rubén Cardozo Delvalle (32), Edson Prieto Dávalos (27), Óscar Prieto Dávalos (23), Fredi Portillo Rodríguez (30), Daniel Irala Escobar (31), Blas Daniel Moraez González (18), Diego Marcial Moraez González (25) e Yoni Alcides Trinidad Báez (19).

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