Com a estratégia conduzida pelo governador Eduardo Riedel, do Progressistas, Mato Grosso do Sul entrou em uma nova fase de expansão do acesso, interiorização dos serviços e modernização da saúde pública. Entre janeiro e abril de 2026, o Estado realizou 5,59 milhões de procedimentos ambulatoriais e 12.578 internações hospitalares, além de investir R$ 783,1 milhões em ações e serviços públicos de saúde. Os dados apresentados pela Secretaria de Estado de Saúde em audiência pública na Assembleia Legislativa mostram uma rede mais forte, mais regionalizada e mais próxima de quem depende do SUS.
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No comparativo com o mesmo quadrimestre de 2023, os procedimentos ambulatoriais cresceram 46% e as internações hospitalares avançaram 42,8%. Do total aplicado na saúde, 87,41% são recursos estaduais, o que reforça a decisão da atual gestão de sustentar, com investimento próprio, a ampliação dos serviços, a qualificação da estrutura hospitalar e o enfrentamento das filas de consultas, exames e procedimentos.
Um dos resultados mais relevantes está na regionalização da assistência. Atualmente, 37% dos encaminhamentos regulados já são direcionados a hospitais localizados no interior, medida que reduz a pressão sobre Campo Grande e permite que pacientes sejam atendidos mais perto de casa. A mudança é resultado da Política Estadual de Fortalecimento Hospitalar, que amplia a capacidade de atendimento de hospitais municipais e regionais e reorganiza a rede para que o cuidado chegue às diferentes regiões do Estado.
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Para Riedel, a regionalização é uma resposta concreta a quem antes precisava percorrer longas distâncias em busca de atendimento. “Quando fortalecemos os hospitais do interior, estamos cuidando de pessoas que não podem esperar e que muitas vezes enfrentavam uma viagem até Campo Grande para conseguir uma consulta, um exame ou uma internação. A saúde precisa estar mais perto da população, com estrutura, tecnologia e equipe preparada. Esse é o sentido dos investimentos que estamos fazendo”, afirma.
A ampliação do acesso também passa pelo programa MS Saúde – Mais Saúde, Menos Fila, que realizou, apenas nos quatro primeiros meses de 2026, mais de 16 mil consultas especializadas e 13,6 mil exames. A iniciativa mantém índice de aprovação de 99,2% entre os usuários e integra a estratégia estadual para reduzir filas e garantir resposta mais rápida às demandas por consultas, exames diagnósticos e procedimentos eletivos.
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Outro avanço está na saúde digital. Hoje, 79,5% dos municípios sul-mato-grossenses contam com algum tipo de oferta de telessaúde ou telemedicina, enquanto 61,5% possuem serviços estruturados de teleatendimento. A tecnologia permite levar especialistas a localidades onde a oferta presencial é limitada, apoiar equipes municipais, qualificar diagnósticos e ampliar a capacidade de orientação clínica em tempo oportuno.
A modernização também chega à infraestrutura. O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul passa por reformas que incluem a revitalização da UTI Pediátrica, da Central de Material Esterilizado e da área externa. Em Dourados, a terceira etapa de ampliação do Hospital Regional atingiu 99,45% de execução, com novos leitos de enfermaria, unidades de terapia intensiva e setor de hemodinâmica, estrutura decisiva para ampliar a capacidade de atendimento na região sul do Estado.
O Governo do Estado também avança na reforma e ampliação do Laboratório Central de Saúde Pública, com investimento superior a R$ 15,4 milhões, e na conclusão dos Serviços de Verificação de Óbitos de Campo Grande e Dourados. Em paralelo, a rede estadual recebe novos tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, arcos cirúrgicos, equipamentos de raio-X e monitores multiparâmetros, fortalecendo o diagnóstico e o atendimento em diferentes regiões.
Ao combinar investimento público, interiorização, saúde digital e renovação tecnológica, a gestão de Riedel busca transformar números em acesso real. O resultado é uma rede mais preparada para atender o cidadão, reduzir deslocamentos, desafogar a Capital e garantir que o avanço da saúde pública seja percebido na vida de quem depende do SUS em Mato Grosso do Sul.







