Vereador “Puliça” chama CCR MS Via de “fanfarrona”

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Na sessão ordinária da última terça-feira (9), um dos 29 vereadores usou a palavra para criticar a concessionária CCR MSVia, responsável pela duplicação da BR-163, por haver interrompido os serviços e lembrou que o município também tem contratos que são prejuízo para os moradores da Capital e para os cofres públicos. André Salineiro classificou os diretores da CCR como “fanfarrões” por pedirem revisão do contrato e paralisarem os serviços, sendo que estão lucrando com o pedágio.

“O que dizer dos diretores da CCR, senão falar que são fanfarrões? Num momento em que no ano de 2016 arrecadaram mais de R$ 290 milhões de cidadãos que passam pela rodovia e pagam o pedágio; num momento em que em 2016 obtiveram lucro superior a R$ 57 milhões e agora eles vêm pedir revisão do contrato?”, questionou Salineiro.

Para o vereador, a o pedido de revisão é só uma tentativa de postergar a obrigação da concessionária de duplicar a rodovia de norte a sul. “Isso é fruto da cultura de muitas empresas que contratam com o poder público para sugar o dinheiro do cidadão. NãNa sessão ordinária da última terça-feira (9), um dos 29 vereadores usou a palavra para criticar a concessionária CCR MSVia, responsável pela duplicação da BR-163, por haver interrompido os serviços e lembrou que o município também tem contratos que são prejuízo para os moradores da Capital e para os cofres públicos. André Salineiro classificou os diretores da CCR como “fanfarrões” por pedirem revisão do contrato e paralisarem os serviços, sendo que estão lucrando com o pedágio.

“O que dizer dos diretores da CCR, senão falar que são fanfarrões? Num momento em que no ano de 2016 arrecadaram mais de R$ 290 milhões de cidadãos que passam pela rodovia e pagam o pedágio; num momento em que em 2016 obtiveram lucro superior a R$ 57 milhões e agora eles vêm pedir revisão do contrato?”, questionou Salineiro.

Para o vereador, a o pedido de revisão é só uma tentativa de postergar a obrigação da concessionária de duplicar a rodovia de norte a sul. “Isso é fruto da cultura de muitas empresas que contratam com o poder público para sugar o dinheiro do cidadão. Não é só a CCR VIA que faz isso. Temos vários exemplos, como a Águas Guariroba, que cobra do morador R$ 10,29, quando é gasto mais do que 50 metros cúbicos. Já do poder público, a concessionária cobra R$ 22 a partir de 20 metros cúbicos. Olha só a disparidade. Por que cobra mais do poder público?”, destacou o vereador.

Os valores diferenciados são apenas para “sugar dos cofres públicos o dinheiro do cidadão”, na avaliação de Salineiro. “Por isso, esses contratos têm que ser fiscalizados. No caso da Águas Guariroba e de muitos outros contratos, os vereadores precisam fiscalizar, mas logo no início do contrato para que não sejam firmados acordos milionários com grandes grupos que só visam o lucro”, disse o vereador. que faz isso. Temos vários exemplos, como a Águas Guariroba, que cobra do morador R$ 10,29, quando é gasto mais do que 50 metros cúbicos. Já do poder público, a concessionária cobra R$ 22 a partir de 20 metros cúbicos. Olha só a disparidade. Por que cobra mais do poder público?”, destacou o vereador.

Os valores diferenciados são apenas para “sugar dos cofres públicos o dinheiro do cidadão”, na avaliação de Salineiro. “Por isso, esses contratos têm que ser fiscalizados. No caso da Águas Guariroba e de muitos outros contratos, os vereadores precisam fiscalizar, mas logo no início do contrato para que não sejam firmados acordos milionários com grandes grupos que só visam o lucro”, disse o vereador.

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