Eleições: Odilon segue na liderança, segundo pesquisa Vox Populi

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Mais uma pesquisa de opinião – desta vez feita pelo Instituto Vox Populi, a pedido da Federação das Indústrias de Mato Grosso do SUL (FIEMS) – mostra a liderança do pré-candidato Juiz Odilon (PDT) na disputa pelo governo do estado. O levantamento, realizado entre os dias 17 e 21 de março, com 500 eleitores em 31 bairros de Campo Grande, foi divulgado no final da tarde desta segunda-feira (26) e revela que, se as eleições fossem hoje, Odilon teria 30 % dos votos, seguido do ex-governador André Puccinelli, com 23 %, e o atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), com 9 %.

A pesquisa traz também os nomes do ex-prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PTB), que recebeu 7% das intenções de voto, seguido do médico Ricardo Ayache (PSB), com 2%, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), Humberto Amaducci (PT) e Suel Ferranti (PSTU) empatados com 1%. O pré-candidato Adalto Garcia (PRTB) não conseguiu nenhum ponto. Brancos e nulos somam 11% e indecisos totalizam 13%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o nº BR 09120/2018. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais para mais ou para menos e o grau de confiança de 95%.

Aceitação e rejeição – A pesquisa Fiems/Vox Populi pediu aos consultados que avaliassem os nomes dos políticos que se colocam como pré-candidatos ao governo. O Juiz Odilon é visto de forma positiva por 71% dos entrevistados. O ex-governador André Puccinelli tem 33 % de aprovação e Reinaldo Azambuja 24%. Apenas 5 % dos eleitores fazem uma avaliação negativa de Odilon. Nesse quesito, André Puccinelli tem 29 % e Reinaldo Azambuja 26 %.
A pesquisa também consultou os entrevistados sobre a satisfação em morar em Mato Grosso do Sul: 7% disseram estar muito satisfeitos, 65% satisfeitos, 21% insatisfeitos e 5% muito insatisfeitos, sendo que 2% não sabem ou não quiseram responder.
A respeito dos principais problemas do estado, a maioria, ou 34% dos entrevistados, apontou a saúde, enquanto em segundo aparece a segurança pública, com 18%, o desemprego, com 14%, a educação, com 12%, a corrupção, com 6%, a manutenção das vias públicas, com 3%, a habitação, com 2%, a má administração do dinheiro público, com 2%, o desenvolvimento econômico, com 2%, as estradas, com 2%, e o saneamento básico com 1%, sendo que outros problemas somam 4%.

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